Mulheres nas Ruas!

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PORQUE SAIREMOS ÀS RUAS DIA 8 DE MARÇO?

O ano de 2018 será um marco nas lutas contra os retrocessos implementados pelo governo golpista de Michel Temer com a reforma da previdência, a reforma trabalhista e o congelamento de investimentos em áreas importantes como a saúde e a educação.

Essas medidas recaem de forma cruel sobre todas as mulheres: trabalhadoras, estudantes, mulheres do campo e da cidade, mulheres negras.

Somos nós que, majoritariamente, ocupamos os postos de trabalhos informais e mais precarizados. Somos nós que temos maior dificuldade de acesso à aposentadoria. É sobre nós que ainda recaem os cuidados com a saúde e educação da família, e todo o trabalho reprodutivo pra manutenção da vida. E somos nós, mulheres, que vivenciamos cotidianamente uma tripla e exaustiva jornada de trabalho.

No Rio Grande do Norte, o governo de Robinson Faria comanda o avanço golpista com um pacote de maldades contra as trabalhadoras e os trabalhadores do serviço público, com atraso de salários, demissões, privatizações e retirada de direitos.

É em 2018 que os golpistas de 2016 vão tentar se legitimar nas urnas, então, a organização do povo em todos os espaços e, sobretudo nas ruas, terá um papel central nessa disputa, mostrando toda nossa resistência e força para impor uma derrota aos golpistas.

O avanço desses golpistas contra o povo tem caráter machista, misógino, racista e elitista, pois tem a marca de uma política implementada pelos mais ricos, que buscam manter e ampliar seus privilégios retirando o direito das trabalhadoras e dos trabalhadores, sobretudo das negras e negros, bem como explorando e controlando ainda mais a vida e os corpos das mulheres.

A luta construída pelas mulheres em defesa da democracia faz parte da agenda de enfrentamento ao golpe e pelos direitos que vem sendo retirados.

A democracia é elemento fundamental para que a luta por uma vida digna seja possível. Por isso, neste dia 8 de março, as mulheres estarão nas ruas em defesa da democracia, contra a reforma da previdência e contra todas as formas de violência e mercantilização dos corpos e do trabalho das mulheres.

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